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terça-feira, 10 de julho de 2012

NOVA MEDIDA DE COMBATE À DENGUE


imagem: http://www.casacivil.ma.gov.br/site/images/stories/dengue.jpg
A professora orienta as crianças sobre medidas de prevenção no combate à dengue: não deixar água parada em vidros, potes, pratos e vasos de plantas, garrafas, pneus, latas ou panelas, calhas de telhados, folhas, tocos e bambus, buracos de árvores ou qualquer outro local que possa armazenar água de chuva. Explica como guardar o lixo e a cobrir os pratos dos vasos com areia. 
Entre as informações transmitidas, a da utilização de água sanitária dissolvida em água corrente, eficiente para a eliminação das larvas do mosquito transmissor.

Em casa a menina, aplicada, segue à risca o aprendido e informa à mãe que borrifou todas as plantinhas com água sanitária.
- De onde você pegou a água sanitária?
- Do banheiro, ora! 
Água do vaso sanitário: se não explicada a procedência do líquido, tem lá a sua lógica.
Haja água sanitária, pois a pequena mora em uma chácara!


Em tempo: Pesquisadoras da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de São José do Rio Preto, no Estado de São Paulo, descobriram que a cafeína é tem grande eficácia contra o desenvolvimento da larva do mosquito Aedes aegypti. Quanto maior a concentração de cafeína na água parada, menor o tempo de vida das larvas.
Foi registrada uma taxa de mortalidade de 100%, sendo que nenhuma das larvas conseguiu chegar ao último estágio de desenvolvimento.
O mesmo resultado foi obtido com borra de café mediante a mistura de quatro colheres de sopa de borra em cada copo d'água.
Inseticida natural, a borra de café não agride a natureza, pois é inofensivo ao ser humano, assim como aos animais e plantas.
Contra a aplicação de inseticidas comuns existe a toxicidade e a resistência que os insetos adquirem ao longo do tempo. São recomendados, além da borra de café, sal de cozinha e água sanitária

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Caiçara por opção, itanhaense de coração. O que você precisa para ser feliz?

Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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