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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

SACUDIR BRUSCAMENTE O BEBÊ PODE CAUSAR SÉRIAS CONSEQUÊNCIAS

Realizados pelo Programa Cuidar de Itanhaém, os cursos de capacitação voltados para a atenção infantil nas áreas de saúde, educação e assistência social contam com um ponto de destaque: os cuidados específicos que os profissionais devem tomar, e orientar os pais, para evitar a chamada Síndrome do Bebê Sacudido, do inglês Shaking Baby Syndrome (SBS). Como o próprio nome diz, é uma síndrome que se origina do ato de movimentar bruscamente um bebê e que ... (clique em "mais informações" para ler mais)
pode acarretar sérias deficiências para a sua saúde.
Descoberta na década de 1970, a SBS afeta principalmente crianças com até dois anos de idade e, gera, sobretudo, danos cerebrais de diferentes escalas. Para a SBS ocorrer não é necessário haver impacto ou traumas externos o que a torna uma síndrome silenciosa.
Isso acontece porque nessa faixa etária o bebê não tem controle dos movimentos do pescoço, já que os músculos da região não estão plenamente desenvolvidos. Quando movimentado bruscamente, sua cabeça fica à mercê das forças de aceleração e desaceleração impelidas no seu corpo, já que geralmente está sendo segurado pelos ombros ou por suas extremidades.
Além de não controlar seu pescoço, nesta etapa da vida o cérebro do bebê está se desenvolvendo rapidamente, precisando de espaço para crescer no crânio. Com este espaço interno disponível,  o cérebro ricocheteia contra o crânio quando movimentado bruscamente. Em casos mais graves, esse ricochete do cérebro e o movimento do pescoço podem resultar em lesões cervicais, intracranianas e até mesmo hemorragias cerebrais e de retina, com a criança podendo vir a óbito. Em casos não fatais, a SBS pode causar sequelas permanentes como paralisia cerebral, baixo desenvolvimento psicomotor, convulsões e cegueira.
Infelizmente, os casos de SBS estão atrelados, em mais de 90% das vezes, à violência doméstica, praticada geralmente pelos pais. O “gatilho” para a SBS é o choro do bebê, que aumenta muito após a sexta semana de vida e é difícil de ser controlado, já que as crianças desta faixa etária choram, em média, duas horas por dia. Com isso, é comum os pais se irritarem e tentarem cessar o choro sacudindo a criança bruscamente.
Segundo informações da diretora de Atenção Básica e Especializada de Saúde de Itanhaém e coordenadora do Programa Cuidar,  Dra Iloma Girrulat Bohem, os pais devem saber lidar com o choro do bebê. “Estima-se que 20 a 30 por cento dos bebês com mais de seis semanas de vida extrapolam essa média duas horas de choro por dia. Isso é normal, desde que todas as suas necessidades estejam satisfeitas. Os pais precisam ter paciência e não tentar silenciar o bebê à força”, explica.
Além da violência doméstica, brincadeiras em excesso que sacudam a criança também podem causar a SBS. Balançar o carrinho bruscamente, brincar de jogar a criança pra cima pegando-a em seguida ou pular com o bebê no colo entram nesta conta. É importante lembrar que ocorrer SBS nestes casos é raro, a não ser que essas brincadeiras sejam muito bruscas ou realizadas em excesso.
Outro ponto comum da SBS é que ela pode ocorrer mediante uma tentativa de salvamento de uma criança que estiver engasgada com leite, por exemplo, com o bebê sendo sacudido ou recebendo tapas nas costas. Neste caso, Bohem afirma que o procedimento correto é uma técnica chamada drenagem postural, que consiste em apoiar a criança no antebraço, com a barriga virada pra baixo e a cabeça levemente inclinada para o solo.
Os profissionais que lidam com atendimento infantil em Itanhaém estão atentos para os sinais e sintomas da doença, que são poucos e dificilmente associados a SBS. “Olhos letárgicos (semi abertos) e pele pálida ou azulada são os únicos sinais visuais. Também pode se associar à irritabilidade, tremores, letargia, vômitos e estupor. Em todos os casos é necessário assistência médica imediata já que existe chance de morte, principalmente em recém-nascidos”, afirma Dra Iloma.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social de Itanhaém


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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

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Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

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