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quarta-feira, 13 de junho de 2012

PARTE VI – INCÊNDIOS EM LÍQUIDO INFLAMÁVEIS

BRIGADA DE INCÊNDIO E SOCORRISMO
“COM FOGO NÃO SE BRINCA”
MÓDULO I – PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS
PARTE VI – INCÊNDIOS EM LÍQUIDO INFLAMÁVEIS
a) 'BLEVE" - Boiling Liquid Expanding Vapor Explosion
Um fenômeno que pode ocorrer em recipiente com líquidos inflamáveis, trazendo consequências danosas, é o breve (Boiling Liquid Expanding Vapor Explosion). 
Quando um recipiente contendo líquido sob pressão tem suas paredes expostas diretamente às chamas, a pressão interna aumenta (em virtude da expansão do gás exposto à ação do calor), tendo como resultado a queda de resistência das paredes do recipiente. Isto pode resultar no rompimento ou no surgimento de fissura. Em ambos os casos, todo o conteúdo irá vaporizar-se e sair instantaneamente. Essa súbita expansão é uma explosão.
No caso de líquidos inflamáveis, formar-se á uma grande "bola de fogo", com enorme irradiação de calor.
O maior perigo do bleve é o arremesso de pedaços do recipiente em todas as direções, com grande deslocamento de ar. Para se evitar o bleve é necessário resfriar exaustivamente os recipientes que estejam sendo aquecidos por exposição direta ao fogo ou por calor irradiado. Este resfriamento deve ser preferencialmente com jato d'água em forma de neblina.



imagem: pressao_1.jpg. wp.clicrbs.com.br


b) "BOIL OVER" - Ebulição Turbilhonar
O boil over pode ser explicado da seguinte maneira:
- Quando se joga água em líquidos combustíveis, de pequena densidade, a água tende a depositar-se no fundo do recipiente.
- Se a água no fundo do recipiente for submetida a altas temperaturas, pode vaporizar-se. Na vaporização da água há grande aumento de volume (1 litro de água transforma-se em 1.700 litros de vapor).
- Com o aumento de volume, a água age como êmbolo numa seringa, empurrando o combustível quente para cima, espalhando-o e arremessando-a a grandes distâncias.
Antes de ocorrer o boil over podemos identificar alguns sinais característicos:
1. Através da constatação da onda de calor: dirigindo um jato d'água na lateral do tanque incendiado, abaixo do nível do líquido, podemos localizar a extensão da onda de calor, observando-se onde a água se vaporiza de imediato;
2. Através do som (chiado) pouco antes de ocorrer a explosão, podemos ouvir um chiado semelhante ao de um vapor de uma panela de pressão fervente.
Ao identificar esses sinais, devemos abandonar o local imediatamente e, em seguida, se possível, utilizar água em varredura, deslocando os combustíveis que estejam queimando ou não, para locais onde possam queimar com segurança ou onde as causas da ignição possam ser mais facilmente controladas.
Evitar que os combustíveis possam ir para drenos, esgotos ou locais onde não seja possível a contenção.
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ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Caiçara por opção, itanhaense de coração. O que você precisa para ser feliz?

Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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