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domingo, 1 de julho de 2012

PARTE XIV -VENTILAÇÃO

BRIGADA DE INCÊNDIO E SOCORRISMO
“COM FOGO NÃO SE BRINCA”
MÓDULO I – PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS
PARTE XIV - VENTILAÇÃO


No combate a incêndios é a remoção de gases, fumaça e vapores quentes de um local confinado, trocando os produtos da combustão por ar fresco, facilitando a ação no ambiente sinistrado.
Temos dois tipos de ventilação: natural e forçada.


VENTILAÇÃO NATURAL: É a utilização do fluxo normal de ar, com a finalidade de ventilar o ambiente. Abrem-se as portas, janelas, fazem-se aberturas em paredes, telhados e clarabóias. Retiram-se na ventilação natural as obstruções que não permitem o fluxo normal dos produtos da combustão.


VENTILAÇÃO FORÇADA: É um sistema utilizado para retirar produtos da combustão, em ambientes onde não foi possível estabelecer os fluxos naturais de ar, utilizando-se equipamentos e outros métodos. A ventilação divide-se em horizontal e vertical.



Ventilação horizontal: É aquela na qual os produtos da combustão deslocam-se horizontalmente pelo ambiente, através de corredores, janelas, portas e aberturas em paredes no mesmo plano.


Ventilação vertical: É aquela na qual os produtos da combustão deslocam-se verticalmente pelo ambiente, através de aberturas verticais existentes no ambiente, tais como poços de elevadores, caixas de escadas, aberturas em lajes ou retiradas de telhas.

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ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Caiçara por opção, itanhaense de coração. O que você precisa para ser feliz?

Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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