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domingo, 27 de maio de 2012

PARTE I – INTRODUÇÃO: COM FOGO NÃO SE BRINCA! POR QUE FORMAR E TREINAR BRIGADAS DE INCÊNDIOS?

BRIGADA DE INCÊNDIO E SOCORRISMO
“COM FOGO NÃO SE BRINCA”
MÓDULO I – PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS
Parte I – INTRODUÇÃO: COM FOGO NÃO SE BRINCA! POR QUE FORMAR E TREINAR BRIGADAS DE INCÊNDIOS?
Porque...
As Brigadas de Incêndios são constituídas por equipes de profissionais com funções específicas de prontidão (os chamados Bombeiros Profissionais Civis) ou ainda formadas voluntariamente por trabalhadores de diversas áreas das empresas (chamados Brigadistas).
A função principal desses grupos é de estarem em plenas condições de conhecimentos teórico e prático para o combate, extinguindo de imediato qualquer indício de incêndio.
Por estarem no próprio local de trabalho e conhecerem suas áreas de riscos, sua ação é vital nos primeiros cinco minutos do combate e extinção do fogo, antecedendo a ação do Corpo de Bombeiros (se houver necessidade).
A eficácia esses grupos tem sido a salvação de empresas comerciais, industriais, hospitalares, condomínios residenciais e outros, preservando vidas e patrimônios.
Lamentavelmente, a prevenção de incêndios no Brasil só veio à tona, principalmente, após os incêndios nos Edifícios Andraus e Joelma, com grande quantidade de óbitos, que geraram manchetes, com toda a imprensa e autoridades, afirmando “o que deveria ser feito... e o que não foi feito... etc”, caindo logo após no esquecimento ou sendo encoberta por algum escândalo ou outra catástrofe maior.
Sobre os cinco primeiros minutos: são definitivos para o êxito de um salvamento.
Na Europa e Estados Unidos, o trabalho dos brigadistas é levado à sério, tanto nas escolas como nas empresas e órgãos governamentais, de maneira que, frequentemente, existe o treinamento em uma situação fictícia, com todos – repito: todos – participando efetiva e seriamente. Assim, aprendem como se comportar, evitando desastres maiores, em uma situação de perigo real.

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ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Caiçara por opção, itanhaense de coração. O que você precisa para ser feliz?

Quem sou eu

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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